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MARIA ANTONIA MALAJOVICH

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1 MARIA ANTONIA MALAJOVICH BIOTECNOLOGIA Segunda Edição (2016) ISBN:

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3 MARIA ANTONIA MALAJOVICH BIOTECNOLOGIA 2ª EDIÇÃO Rio de Janeiro Maria Antonia Muñoz de Malajovich 2016 BIOTECNOLOGIA: ENSINO E DIVULGAÇÃO (http://bteduc.com)

4 Copyright 2016 Maria Antonia Muñoz de Malajovich BIOTECNOLOGIA Maria Antonia Malajovich ISBN: Figuras e fotos dos embriões de Kalanchoe (capa e contracapa) da autora. O meu agradecimento a Elisabeth Lissovsky pela revisão do português. ii

5 SUMÁRIO Seguir o link para ir diretamente ao capítulo de interesse. C A P Í T U L O 1. O QUE É BIOTECNOLOGIA... 1 A biotecnologia tradicional. A biotecnologia moderna. As definições de biotecnologia. O impacto da biotecnologia. Biotecnologia e desenvolvimento. A história da biotecnologia. C A P Í T U L O 2. CÉLULAS E CROMOSSOMOS...9 A célula como unidade estrutural e funcional dos seres vivos. Técnicas laboratoriais. Toda célula deriva de outra preexistente. Os cromossomos e a teoria cromossômica da hereditariedade. As primeiras manipulações gênicas. Nature vs nurture. Células e cromossomos como agentes biológicos. C A P Í T U L O 3. OS MICRORGANISMOS...20 A diversidade microbiana (Eubactérias, algas, arqueas, fungos e vírus). As técnicas microbiológicas. Biossegurança e biosseguridade. Os microrganismos como agentes biológicos. C A P Í T U L O 4. ENZIMAS E ANTICORPOS...32 As proteínas. Estrutura. O proteoma. As bases de algumas técnicas laboratoriais. As enzimas. A catálise enzimática. Os anticorpos. A reação antígeno- anticorpo. A produção de anticorpos no organismo e no laboratório. A utilização dos anticorpos. C A P Í T U L O 5. OS ÁCIDOS NUCLEICOS...46 Os ácidos nucleicos. A dupla hélice. O código genético. A expressão gênica. O fluxo da informação genética em células procarióticas e eucarióticas. O complexo mundo dos RNAs. A diversidade existente. Interferência e silenciamento gênico. O genoma humano: mapeamento e avanços posteriores. O DNA e o RNA como agentes biológicos. C A P Í T U L O 6. BIOPROCESSOS...58 Bioprocessos, processos fermentativos e indústria. Os microrganismos industriais. Noções sobre o metabolismo primário e secundário. As fases de crescimento da população microbiana. Meios de cultura e matéria-prima. A obtenção das linhagens. Os diferentes tipos de bioprocessos (tradicionais e submersos). Do laboratório à indústria (mudança de escala, condução do processo e recuperação do produto. Bioprocessos na indústria: o ácido cítrico e os biofertilizantes. C A P Í T U L O 7. O CULTIVO DE CÉLULAS E TECIDOS...71 A manipulação in vitro de células e tecidos vegetais: as primeiras tentativas, os meios de cultura, as etapas do processo, as diferentes modalidades, melhoramento e conservação da biodiversidade vegetal, a difusão da tecnologia. A manipulação in vitro das células animais: as primeiras tentativas, as diferentes modalidades, os meios de cultivo, as linhagens celulares, condições de cultivo, do laboratório à indústria. C A P Í T U L O 8. A TECNOLOGIA DO DNA...83 As ferramentas disponíveis: as nucleases ou enzimas de restrição, a eletroforese do DNA, hibridização e sondas gênicas, o método de Southern, o Fingerprint, a síntese e amplificação de DNA, o sequenciamento do DNA. Os arrays. C A P Í T U L O 9. A ENGENHARIA GENÉTICA...95 O nascimento da biotecnologia moderna: as primeiras experiências, mitos e realidade. As bibliotecas de genes. A construção de um microrganismo recombinante: Encontrar o gene, inserir o gene e identificar os microrganismos recombinantes. A chegada da comunidade DIY. A construção de plantas transgênicas: o transgene, a transferência dos genes a células vegetais, do laboratório ao campo. Células e animais transgênicos: a transferência gênica a células animais, aplicações. As novas tecnologias de edição gênica baseadas no RNA interferente, nas nucleases sítio-dirigidas: ZFN S E TALEN, na imunidade bacteriana: CRISPR-CAS9.Biossegurança e regulação. C A P Í T U L O 10. BIOTECNOLOGÍA E INDÚSTRIA O processo Weizmann. A indústria química: as vias química e biotecnológica. Os produtos biotecnológicos: metabólitos de interesse comercial, enzimas, biopolímeros e bioplásticos. Os biocombustíveis: etanol, biogás, biodiesel. Panorama atual. Biorrefinarias e novas bioindústrias: os casos Amyris e Solazyme (TerraVia). C A P Í T U L O 11. BIOTECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE O desenvolvimento sustentável. As tecnologias limpas: substituição de processos industriais e de insumos agrícolas. A redução dos resíduos: degradação do lixo, tratamento das águas residuais, tratamento dos efluentes industriais, emissões de gases e efeito estufa. A recuperação de recursos naturais: o petróleo, a mineração. O diagnóstico de contaminação ambiental: indicadores biológicos, técnicas genéticas e imunológicas, biossensores. A biorremediação: os vazamentos de petróleo, a radiação. Organismos novos na natureza e biossegurança. BIOTECNOLOGIA: ENSINO E DIVULGAÇÃO (http://bteduc.com)

6 M.A.MALAJOVICH - BIOTECNOLOGIA (2016) C A P Í T U L O 12. BIOTECNOLOGIA E BIODIVERSIDADE A desaparição dos ecossistemas naturais. O homem e as plantas alimentícias, comerciais e medicinais. A biodiversidade ameaçada: erosão genética, expansão do agronegócio, transgênese. A proteção da biodiversidade: centros de diversificação, conservação da biodiversidade. O CGIAR o centro internacional da batata. O protocolo de Cartagena de biossegurança. C A P Í T U L O 13. BIOTECNOLOGIA E AGRICULTURA A evolução das práticas agrícolas. A obtenção de novas variedades: mutação gênica e seleção, alteração do número de cromossomos, engenharia genética. A biossegurança e o princípio de precaução. As PGMs de interesse agronômico: tolerância a herbicidas, resistência a insetos, resistência a vírus, coexistência entre plantas convencionais e PGMs. O cultivo de outros tipos de PGMs: interesse nutricional, produção de medicamentos. O agronegócio: As primeiras empresas produtoras de sementes, os gigantes gênicos, a cadeia produtiva da semente, patentes e inovação tecnológica. A adoção dos cultivos biotecnológicos no mundo: os Estados Unidos e a União Europeia, Israel, África subsaariana, China. A chegada das novas tecnologias. C A P Í T U L O 14. BIOTECNOLOGIA E CRIAÇÃO DE ANIMAIS A nutrição dos animais a necessidade de rações, de Liebig à vaca louca, variações sobre a composição das rações, as rações transgênicas. O melhoramento genético do gado: o controle da reprodução, as novas tecnologias. A aquicultura. A saúde dos animais: os modificadores metabólicos, a resistência a doenças, prevenção e tratamento. Novas utilizações dos animais domésticos: modelos de estudo para doenças humanas, xenotransplantes, os animais como biorreatores, o marco conceitual dos três Rs. Os animais de estimação. C A P Í T U L O 15. BIOTECNOLOGIA E ALIMENTOS O pão. O vinho: a vinificação, o cultivo da videira, o rol da levedura na vinificação. A cerveja. Os queijos e iogurtes: a produção de laticínios, o rol de microrganismos e enzimas. A proteína de célula única. Os aditivos: os diversos tipos, os adoçantes. Os alimentos biofortificados. Segurança alimentar C A P Í T U L O 16. BIOTECNOLOGIA E NOVOS ALIMENTOS A entrada dos transgênicos na cadeia alimentar: melhorando a conservação, as propriedades industriais e as características nutricionais. A favor ou contra? O que o consumidor precisa saber: a noção de segurança, a ingestão de DNA, os marcadores de resistência a antibióticos, a composição química, a produção de toxinas, a produção de alérgenos, o risco de câncer, a utilização de um promotor viral (CaMV), outros efeitos, perspectiva histórica. Como garantir a segurança alimentar? O princípio de equivalência substancial, a avaliação de riscos, a rotulagem dos alimentos, rótulo e informação, o rastreamento de um transgene. C A P Í T U L O 17. BIOTECNOLOGIA E SAÚDE / VACINAS As doenças infecciosas. A aquisição de imunidade. Os diferentes tipos de vacinas: as vacinas tradicionais ou de primeira geração. As novas vacinas ou de segunda geração, a última geração. A produção de vacinas: pesquisa e desenvolvimento, o marco ético, operações industriais, o mercado das vacinas, um setor estratégico para a sociedade. As vacinas e a erradicação da doença: a varíola, a poliomielite, a influenza, tuberculose, malária e HIV/AIDS. A ameaça das doenças emergentes. Bioterrorismo e biosseguridade. C A P Í T U L O 18. BIOTECNOLOGIA E SAÚDE / OS TESTES DIAGNÓSTICOS As tendências atuais: dispositivos miniaturizados, o que é um bom teste, as técnicas com base bioquímica, base imunológica e base genética. O diagnóstico das doenças infecciosas. A tipificação de tecidos: sangue, outros tecidos e órgãos. O diagnóstico de doenças genéticas: as limitações dos testes, as estratégias seguidas, diagnóstico preventivo e preditivo. As patentes. O esporte. A prática forense. C A P Í T U L O 19. BIOTECNOLOGIA E SAÚDE / A INDÚSTRIA DE MEDICAMENTOS O desenvolvimento de um medicamento novo. Patentes, genéricos e biossimilares. Os princípios ativos das plantas: o caso da aspirina, os fitoterápicos, as tendências recentes, a importância de um marco legal. As substâncias antibióticas: o caso da penicilina, os limites ao uso de antibióticos, a necessidade de inovação. As primeiras moléculas terapêuticas: o caso da insulina, a substituição do produto natural. As proteínas recombinantes: as bases tecnológicas, os produtos e suas utilizações. Os medicamentos personalizados: a farmacogenômica, a farmacogenética, as doenças órfãs. O mercado dos biomedicamentos: a tendência geral, América Latina. C A P Í T U L O 20. BIOTECNOLOGIA E SAÚDE / OS NOVOS TRATAMENTOS A aprovação de um tratamento experimental. Os transplantes: os transplantes de órgãos, os xenotransplantes. A engenharia de tecidos: as terapias celulares, fraudes e desatinos. As imunoterapias: o progresso, os anticorpos monoclonais, o desafio da barreira hematoencefálica. O câncer: uma doença de origem genética, as terapias biológicas, os vírus oncolíticos, as vacinas terapêuticas. As terapias gênicas: terapia somática e germinal, os altos e baixos de uma tecnologia, os resultados alcançados, a FIV triparental. As promessas do RNA: as ribozimas, a tecnologia anti-sense, o RNA interferente, a edição gênica C A P Í T U L O 21. CONSIDERAÇÕES FINAIS B I B L I O G R A F I A iv

7 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS FIGURA 1.1. O campo da Biotecnologia FIGURA 2.1. Representações esquemáticas da estrutura celular FIGURA 2.2. As células-tronco embrionárias FIGURA 2.3: Os cromossomos FIGURA 2.4. Mitose e meiose FIGURA 3.1. Bactérias, clones e intercâmbio de material genético A. A Formação de clones B. B Mecanismos de transferência lateral ou horizontal de material genético FIGURA 3.2. Os vírus A. Estrutura fundamental B. Morfologia de diferentes vírus C. (Os adenovírus e o HIV parasitam células humanas; o bacteriófago, bactérias). D. A multiplicação de um bacteriófago FIGURA 3.3. Logotipos utilizados como indicação de risco biológico FIGURA 4.1. A composição química de uma bactéria FIGURA 4.2. Aminoácidos e proteínas FIGURA 4.3. Cromatografia em coluna FIGURA 4.4. Eletroforese FIGURA 4.5. Difração de raios X FIGURA 4.6. O mecanismo da atividade enzimática A. O modelo chave-fechadura B. A enzima diminui a energia de ativação FIGURA 4.7. A estrutura da molécula de anticorpo (IgG) FIGURA 4.8. Os anticorpos e o reconhecimento do antígeno FIGURA 4.9. O encontro do linfócito B e do antígeno, e a seleção clonal FIGURA A produção de anticorpos no laboratório FIGURA Os ensaios imunológicos A. Associação dos anticorpos com moléculas fluorescentes B. Associação dos anticorpos com enzimas FIGURA 5.1. Composição química dos ácidos nucleicos FIGURA 5.2. A molécula de DNA FIGURA 5.3. O fluxo da informação genética FIGURA 5.4. A organização e regulação dos genes nas células procarióticas FIGURA 5.5. A organização e regulação dos genes nas células eucarióticas FIGURA 5.6. As etapas da síntese de proteínas (Recapitulação) FIGURA 5.7. O silenciamento gênico FIGURA 6.1. O processo fermentativo genérico FIGURA 6.2. Respiração e fermentação FIGURA 6.3. As diversas fases do crescimento de uma população microbiana e a produção de metabólitos A. As fases de crescimento de uma população B. A produção de metabólitos primários e secundários FIGURA 6.4. A metodologia HTS para triagem e evolução dirigida de linhagens bacterianas FIGURA 6.5. Modelos de biorreatores utilizados em processos tradicionais A. Biorreator para fermentações em fase sólida B. A produção de vinagre (Método de Orléans) FIGURA 6.6. Modelo de biorreator utilizado em fermentações submersas FIGURA 6.7. Fermentações, agentes biológicos e biorreatores FIGURA 6.8. A mudança de escala, do laboratório à indústria FIGURA 6.9. A obtenção de ácido cítrico por fermentação FIGURA 7.1. As diversas partes de uma planta angiosperma FIGURA 7.2. O procedimento a seguir para se obter uma cultura asséptica no laboratório FIGURA 7.4. A cultura de meristemas FIGURA 7.5. As diferentes possibilidades dos cultivos de calos FIGURA 7.6. As possibilidades do cultivo de células vegetais FIGURA 7.7. As culturas de células de origem animal A. Etapas da cultura de leucócitos para a análise do cariótipo B. Etapas da cultura de células a partir de um fragmento de tecido FIGURA 8.1: As enzimas de restrição (EcoRI corta o DNA na sequência palindrômica GAATTC) FIGURA 8.2. A eletroforese do DNA FIGURA 8.3. Os polimorfismos FIGURA 8.4. Hibridização de uma sequência de DNA com uma sonda complementar marcada FIGURA 8.5. A técnica de Southern FIGURA 8.6. A síntese de oligonucleotídeos v

8 M.A.MALAJOVICH - BIOTECNOLOGIA (2016) FIGURA 8.7. A síntese de cdna por transcriptase reversa FIGURA 8.8. A reação em cadeia da polimerase FIGURA 8.9. O sequenciamento de um fragmento de DNA FIGURA Fundamentos da tecnologia de arrays FIGURA 9.1. Cortar, colar, copiar: a experiência que deu origem à engenharia genética FIGURA 9.2. Sapobacter ou Bactosapo? FIGURA 9.3. A construção de bibliotecas de genes FIGURA 9.4. A produção de somatotropina por engenharia genética FIGURA 9.5. Algumas estratégias possíveis de clonagem FIGURA 9.6. A estrutura de um vetor de expressão FIGURA 9.7. Semelhanças entre os Legos e os Biobricks (www.biochem.hku.hk/synbio/?_id=148) A. Classificação hierárquica B. Construções intercambiando as partes FIGURA 9.8. A construção de uma planta transgênica no laboratório FIGURA 9.9. As etapas da construção de uma planta transgênica FIGURA Construção de animais transgênicos A. Microinjeção. B. Transfecção de células-tronco embrionárias FIGURA A edição gênica com CRISPR-Cas9 FIGURA As etapas necessárias para a produção de etanol a partir de diferentes matérias-primas FIGURA A produção de etanol a partir da cana-de-açúcar FIGURA A biodigestão em condições aeróbias e anaeróbias. FIGURA As complexas etapas da produção de biogás dentro do biodigestor FIGURA As utilizações do biogás FIGURA A reação de transesterificação FIGURA O caso Amyris A. Do quinghaosu à artemisina B. Produtos gerados na plataforma tecnológica baseada na engenharia metabólica da levedura (via dos isoprenoides ou terpenos) FIGURA O caso Solazyme FIGURA A indústria de papel e de celulose. FIGURA Controle biológico do Aedes aegypti A. Ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti B. Controle por Wolbacchia C. Controle por irradiação D. Controle por engenharia genética FIGURA A compostagem FIGURA O tratamento das águas residuais FIGURA O funcionamento de um biossensor TABELA Os principais contaminantes do meio ambiente FIGURA As estratégias de biorremediação FIGURA O transporte de plantas de um continente a outro FIGURA Distribuição da produção agrícola na área habitável do planeta FIGURA Os vegetais na alimentação humana FIGURA O milho FIGURA A produção de milho híbrido FIGURA As etapas da construção de uma planta transgênica FIGURA Os elos que integram a cadeia produtiva da semente FIGURA O Controle da reprodução em bovinos FIGURA Dolly, um clone obtido por transferência nuclear FIGURA O salmão transgênico AquAdvantage (Aquabounty Technologies) TABELA Significado e alcance dos três Rs (do inglês replacement, reduction, refinement) FIGURA A panificação FIGURA A vinificação FIGURA A produção de laticínios A. Iogurte tradicional e iogurte batido B. Queijo. Os agentes biológicos intervêm nas etapas de coagulação e na maturação de alguns produto FIGURA A produção de xarope de frutose FIGURA O que é um transgênico? FIGURA A estrutura de um transgene FIGURA O símbolo de transgênico adotado no Brasil. FIGURA As respostas primária e secundária do organismo FIGURA A memória imunológica FIGURA A utilização da tecnologia do DNA-recombinante na vacina contra a hepatite B. FIGURA Os diferentes tipos de vacinas FIGURA Imagens comerciais de alguns dispositivos miniaturizados utilizados em testes diagnósticos vi

9 SUMÁRIO FIGURA Imagem comercial dos sistemas API de Biomérieux (http://www.tgw1916.net/tests/api.html). FIGURA O método direto e indireto de um teste positivo de ELISA. FIGURA 18.4: As técnicas com base genética FIGURA O sistema HLA A. A herança dos haplótipos. B. Reação mista ou cross-matching. Colocam-se em contato as células do doador com o soro do receptor, em presença de complemento. Se as células do doador ficam intactas, há compatibilidade. FIGURA O uso de arrays no diagnóstico de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 FIGURA As etapas do desenvolvimento de um medicamento FIGURA 19.2: A fórmula da aspirina FIGURA A fórmula da penicilina FIGURA A insulina humana A. A molécula de insulina B. A síntese da insulina. FIGURA O princípio da clonagem terapêutica FIGURA A transformação de uma célula normal em cancerosa por mutação (câncer de cólon). FIGURA O tratamento com sipuleucel-t (Provenge ). A. Extração das células dendríticas B. Incubação das células com Provenge C. Reinfusão das células modificadas no paciente (3 vezes com 2 semanas de intervalo) FIGURA 20.4: O princípio da terapia gênica. FIGURA 20.5: As tecnologias de silenciamento gênico. A. As ribozimas B. O RNA anti-sense C. O RNA interferente LISTA DE TABELAS TABELA 1.1. Produtos e serviços de origem biotecnológica, em diferentes setores TABELA 1.2. A linha do tempo TABELA 2.1. A função e a distribuição das estruturas celulares TABELA 2.2. As células como agentes biológicos TABELA 3.1. Os microrganismos dentro do marco da uma classificação biológica atual TABELA 3.2. As bactérias (Eubactérias e Arqueas) como agentes biológicos TABELA 3.3. As algas como agentes biológicos TABELA 3.4. Os fungos como agentes biológicos TABELA 4.1. As funções das proteínas no organismo TABELA 4.2. A classificação internacional das enzimas TABELA 4.3. As enzimas como agentes biológicos TABELA 4.4. Os anticorpos como agentes biológicos TABELA 5.1: O código genético TABELA 5.2. Os ácidos nucleicos (DNA e RNA) como agentes biológicos TABELA 7.1. Os componentes do meio de cultura para células vegetais TABELA 7.2. Os componentes de um meio de cultura básico para células animais TABELA 7.3. Origem e utilização de algumas linhagens celulares TABELA Diversidade de produtos derivados de algumas matérias-primas renováveis TABELA Metabólitos primários e secundários obtidos por fermentação e/ou bioconversão enzimática TABELA O poder calorífico de vários combustíveis. TABELA Alguns exemplos de utilização de agentes biológicos como pesticidas TABELA Os principais contaminantes do meio ambiente TABELA Os principais tipos de vegetais que entram em nossa alimentação TABELA As plantas e a indústria TABELA Os centros de diversificação e os cultivos originários TABELA O risco de escapamento de um animal transgênico TABELA Significado e alcance dos três Rs (do inglês replacement, reduction, refinement) TABELA As plantas geneticamente modificadas no mundo (Dados do ISAAA, março de 2016) TABELA A produção de vacinas no Brasil TABELA As qualidades de um bom teste de diagnóstico. TABELA Algumas das mais de doenças genéticas descritas TABELA A linha do tempo de entrada dos antibióticos e antibacterianos no mercado TABELA Alguns biofármacos de interesse médico TABELA Os medicamentos biológicos mais lucrativos em 2014 (Statista, Phrma) vii

10 M.A.MALAJOVICH - BIOTECNOLOGIA (2016) viii

11 C A P Í T U L O 1 O QUE É BIOTECNOLOGIA A BIOTECNOLOGIA TRADICIONAL Cultivar vegetais, domesticar animais, transformar os alimentos ou aproveitar as propriedades curativas de algumas plantas são atividades que remontam à alvorada da humanidade e se desenvolveram com base no conhecimento empírico, ignorando a existência dos microrganismos ou das leis da hereditariedade. No início do século XIX, a demanda de mão de obra por uma indústria incipiente estimula a migração da população do campo para a cidade. Em condições sanitárias cada vez mais degradadas, as doenças e a fome acompanham o homem. Ao mesmo tempo, o progresso exige processos industriais mais eficientes. A compreensão dos fenômenos naturais torna-se indispensável para responder às necessidades da sociedade. A partir de 1850 surgem novas áreas do conhecimento. Nasce a Microbiologia, a Imunologia, a Bioquímica e a Genética. A Química Industrial desenvolve-se aceleradamente e aumenta, também, a intervenção da Engenharia Agrícola e da Pecuária no gerenciamento do campo. Em 1914, Karl Ereky, um engenheiro agrícola húngaro, desenvolve um gigantesco plano de criação de suínos visando substituir as práticas tradicionais por uma indústria agrícola capitalista baseada no conhecimento científico. Deve-se a Ereky (1919) a primeira definição de biotecnologia, como a ciência e os métodos que permitem a obtenção de produtos a partir de matéria-prima, mediante a intervenção de organismos vivos. Para ele, a era bioquímica substituiria a era da pedra e do ferro. O século XX assiste a um desenvolvimento extraordinário da ciência e da tecnologia. Da convergência entre ambas resultam logros extraordinários em vários setores produtivos, onde os seres vivos constituem a base de itens tão diversos como a produção de variedades vegetais mais produtivas, a fabricação de novos alimentos, o tratamento do lixo, a produção de enzimas e os antibióticos. A BIOTECNOLOGIA MODERNA A proposta de J. D. Watson e F. Crick (1953) de um modelo helicoidal para a molécula de DNA representa, sem dúvida, um marco fundamental na história da Biologia Molecular. Mas a divisória entre a Biotecnologia clássica e a Biotecnologia moderna é uma série de experiências realizadas por H. Boyer e S. Cohen que culmina em 1973 com a transferência de um gene de sapo a uma bactéria. A partir desse momento é possível mudar o programa genético de um organismo transferindo-lhe genes de outra espécie. A importância e os riscos inerentes à nova tecnologia não passaram despercebidos às pessoas envolvidas. Fato inédito na história, em 1975, os cientistas reunidos em Asilomar (USA) estabeleceram uma moratória em seus trabalhos até serem definidas as condições de segurança adequadas, o que aconteceria pouco tempo mais tarde. BIOTECNOLOGIA: ENSINO E DIVULGAÇÃO (http://bteduc.com)

12 M.A.MALAJOVICH - BIOTECNOLOGIA (2016) Na passagem de uma biotecnologia de laboratório a uma biotecnologia industrial, a Engenharia Genética ocupa um lugar de destaque como tecnologia inovadora do século XX. Em alguns casos, como os da insulina e do hormônio do crescimento, a inovação consiste em substituir os métodos de obtenção tradicionais. Em outros casos, como o dos anticorpos monoclonais ou do Golden Rice, um arroz com vitamina A, trata-se de produtos inteiramente novos. As técnicas recentes de edição gênica ampliam extraordinariamente as possibilidades de manipulação dos genes. A Biotecnologia abrange uma área ampla do conhecimento que decorre da ciência básica (biologia molecular, microbiologia, biologia celular, genética etc.), da ciência aplicada (técnicas imunológicas e bioquímicas, assim como técnicas decorrentes da física e da eletrônica), e de outras tecnologias (fermentações, separações, purificações, informática, robótica e controle de processos). Trata-se de uma rede complexa de conhecimentos na qual ciência e tecnologia se entrelaçam e se complementam. AS DEFINIÇÕES DE BIOTECNOLOGIA O impacto causado pelas primeiras experiências em Engenharia Genética estimulou numerosas tentativas de redefinição do campo da Biotecnologia. Mediante a substituição da expressão intervenção de organismos vivos por utilização de processos celulares e moleculares tratou-se de diferenciar a Biotecnologia clássica da moderna. Porém, devido à enorme difusão das técnicas de manipulação gênica, elas acabam se superpondo, e, fora do contexto histórico, é difícil distinguir o limite entre ambas. Por outro lado, como a definição de um setor de atividades depende dos interesses dos grupos envolvidos, muitas vezes reflete a visão dos setores profissionais predominantes. Por isso, se revisitarmos os textos da década de 1980, anos em que a expressão biotecnologia se expande, encontraremos mais de uma dúzia de definições diferentes do termo. Levantamos, entre as definições encontradas com maior frequência, as seguintes: o OECD - Organisation for Economic Co-Operation and Development: A aplicação dos princípios da ciência e da engenharia no tratamento de matérias por agentes biológicos na produção de bens e serviços (1982). o OTA Office of Technology Assessment: Biotecnologia, de uma forma abrangente, inclui qualquer técnica que utiliza organismos vivos (ou partes deles) para obter ou modificar produtos, melhorar plantas e animais, ou desenvolver microrganismos para usos específicos (1984). o EFB - European Federation of Biotechnology: Uso integrado da bioquímica, da microbiologia e da engenharia para conseguir aplicar as capacidades de microrganismos, células cultivadas animais ou vegetais ou parte dos mesmos na indústria, na saúde e nos processos relativos ao meio ambiente (1988). o E.H. Houwink: o uso controlado da informação biológica (1989). o BIO - Biotechnology Industry Organization: em sentido amplo, Biotecnologia é "bio" + "tecnologia", isto é o uso de processos biológicos para resolver problemas ou fazer produtos úteis (2003). Observa-se que, com o tempo, o conceito ganha uma expressão mais simples. As definições mais recentes não fazem mais referência aos processos tecnológicos envolvidos; talvez porque, além de complexos e diversos, estes evoluam muito rapidamente. Neste texto consideraremos a biotecnologia de uma maneira ampla, definida como uma atividade baseada em conhecimentos multidisciplinares, que utiliza agentes biológicos para fazer produtos úteis ou resolver problemas. Esta definição é suficientemente abrangente para englobar atividades tão variadas como as de engenheiros, químicos, agrônomos, veterinários, microbiologistas, biólogos, médicos, advogados, empresários, economistas etc. (Figura 1.1). 2

13 O QUE É BIOTECNOLOGIA? O IMPACTO DA BIOTECNOLOGIA Nascida nos laboratórios de Universidades e Centros de Pesquisa, onde ainda permanece, a Biotecnologia se desenvolve também em empresas públicas e privadas de diferente porte, gerando um segmento novo de empresas especializadas em plataformas tecnológicas avançadas que disponibilizam insumos para as outras empresas. Já não se trata de promessas ou de perspectivas futuras; os produtos e processos biotecnológicos fazem parte de nosso dia a dia, trazendo oportunidades de emprego e investimentos. Incluem-se na bioeconomia plantas resistentes a doenças, plásticos biodegradáveis, detergentes mais eficientes, biocombustíveis, e também processos industriais menos poluentes, menor necessidade de pesticidas, biorremediação de poluentes, centenas de testes de diagnóstico e de medicamentos novos (Tabela 1.1) FIGURA 1.1. O campo da Biotecnologia Conhecimentos Agentes biológicos Ciência e tecnologia Organismos, células, organelas, moléculas BIOTECNOLOGIA Fazer produtos úteis Resolver problemas TABELA 1.1. Produtos e serviços de origem biotecnológica, em diferentes setores SETORES Energia Indústria Meio ambiente Agricultura Pecuária Alimentação Saúde TIPOS DE PRODUTOS OU SERVIÇOS Etanol, biogás e outros combustíveis (a partir de biomassa). Butanol, acetona, glicerol, ácidos, vitaminas etc. Numerosas enzimas para outras indústrias (têxtil, de detergentes etc.). Recuperação de petróleo, biorremediação (tratamento de águas servidas e de lixo, eliminação de poluentes). Adubo, silagem, biopesticidas, biofertilizantes, mudas de plantas livres de doenças, mudas de árvores para reflorestamento. Plantas com características novas incorporadas (transgênicas): maior valor nutritivo, resistência a pragas e condições de cultivo adversas (seca, salinidade etc.). Embriões, animais com características novas (transgênicos), vacinas e medicamentos para uso veterinário. Panificação (pães e biscoitos), laticínios (queijos, iogurtes e outras bebidas lácteas), bebidas (cervejas, vinhos e bebidas destiladas) e aditivos diversos (shoyu, monoglutamato de sódio, adoçantes etc.); proteína de célula única (PUC) para rações, alimentos de origem transgênica com propriedades novas. Antibióticos e medicamentos para diversas doenças, hormônios, vacinas, reagentes e testes para diagnóstico, tratamentos novos etc. 3

14 M.A.MALAJOVICH - BIOTECNOLOGIA (2016) BIOTECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO Por se tratar de uma coleção de tecnologias diversas, o uso das biotecnologias não se restringe necessariamente aos países desenvolvidos. Existe um espaço que os países emergentes podem ocupar, em função de suas riquezas naturais, desde que existam prioridades econômicas e políticas definidas claramente. A condição fundamental é contar com instituições competentes que formem uma massa crítica de pesquisadores e pessoal técnico treinado. A China e a Índia contam hoje com uma indústria biotecnológica avançada e diversificada. Assim como a América Latina, concentrada principalmente na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia, em Cuba e no México. Países como Uruguai e Venezuela também têm atividade em algumas áreas, assim como, em menor escala, Equador, Costa Rica, Paraguai, Peru e Bolívia. Na região, numerosas empresas incidem em vários setores: meio ambiente e indústria, agroalimentos e pecuária, saúde animal e humana. No entanto, a Biotecnologia suscita ainda opiniões e sentimentos controversos. Enquanto alguns setores a percebem como uma tecnologia baseada em um sólido conhecimento científico, para outros se trata de uma atividade antinatural e perigosa. O enfrentamento de partidários e opositores ocorre com menos frequência no terreno das razões que no das paixões, sejam elas políticas, religiosas ou ideológicas. Ao discutir se a biotecnologia é progressista ou reacionária, boa ou ruim, se esquece que o que caracteriza uma tecnologia é o uso que fazemos dela. Produtos e processos inimagináveis cinquenta anos atrás entram em nosso cotidiano antes que os alicerces científicos e tecnológicos correspondentes se insiram em nossa cultura, através de uma divulgação ampla que atinja também o sistema educativo em todos os seus níveis. Não existe possibilidade alguma de construir uma sociedade moderna se os seus integrantes ignorarem os aspectos mais gerais de ciência e tecnologia. O desconhecimento aumenta o risco de rejeitar tecnologias promissoras, capazes de abrir perspectivas novas, com vistas a um desenvolvimento sustentável em áreas tão críticas como a saúde, a produção de alimentos, a energia e o meio ambiente. A proposta deste livro é revisar os fundamentos das biotecnologias e mostrar como se aplicam em diversos setores produtivos da sociedade, destacando como exemplos alguns empreendimentos latino-americanos bem-sucedidos. Esperamos que ele seja de ajuda para todos os que nos preocupamos com os alcances desta fascinante (r)evolução tecnológica. A HISTÓRIA DA BIOTECNOLOGIA A Tabela 1.2 reúne alguns dos mais importantes acontecimentos relacionados com a Biotecnologia TABELA 1.2. A linha do tempo DATA ACONTECIMENTOS FUNDAMENTAIS ANTIGUIDADE Preparação e conservação de alimentos e bebidas por fermentação (pão, queijo, cerveja, vinho e vinagre); cultivo de plantas (batata, milho, cevada, trigo etc.); domesticação de animais; tratamento de infecções (com produtos de origem vegetal tais como pó de crisântemo e derivados de soja com fungos). IDADE MÉDIA Século XII Destilação do álcool. 4

15 O QUE É BIOTECNOLOGIA? IDADE MODERNA Século XVI Século XVII Século XVIII Cronistas registram a colheita de algas para alimentação, nos lagos do México, pelos astecas. Início da produção comercial de cerveja; extração de metais por ação microbiana na Espanha; cultivo de fungos na França; Hooke descobre a existência de células (1665). Invento da máquina a vapor (1752). A partir de 1750, cresce o cultivo de leguminosas na Europa e se difunde a prática de rotação de cultivos, aumentando a produtividade e melhorando o uso da terra. IDADE CONTEMPORÂNEA 1797 Jenner inocula uma criança com um vírus que o protege contra a varíola Appert utiliza o calor para esterilizar e conservar comida, processo que será utilizado nas campanhas napoleônicas a 1855 Schleiden, Schwann e Virchow enunciam a teoria celular a 1886 Pasteur inventa um processo para conservar alimentos sem alterar suas propriedades organolépticas (Pasteurização, 1863), derruba a teoria da abiogênese (1864), investiga as doenças do bicho-da-seda (1865), identifica a levedura como o agente responsável pela fermentação alcoólica (1876), usa microrganismos atenuados para obter vacinas contra o antraz e a cólera (1881), faz os primeiros testes de uma vacina contra a raiva (1881). Paralelamente, Koch inicia o desenvolvimento de técnicas fundamentais para o estudo dos microrganismos (1876) e enuncia quatro postulados sobre os agentes infecciosos como causa de doenças. Em 1865 Mendel apresenta o seu trabalho Experiências de hibridização em plantas Inauguração em Paris do Instituto Pasteur Descoberta do vírus do mosaico do tabaco; introdução do trator na agricultura Büchner mostra que enzimas extraídas da levedura podem transformar açúcar em álcool Primeiro transplante de um órgão: o rim de um cachorro a outro cachorro Redescobrimento das leis da hereditariedade, já enunciadas por Mendel em 1865, porém esquecidas O primeiro transplante de córnea se realiza com sucesso; isto porque a córnea não tem antígenos Ehrlich descobre o primeiro agente quimioterápico, chamado Salvarsan, que será utilizado contra sífilis Em Manchester, na Inglaterra, começam a ser introduzidos os sistemas de purificação de esgoto baseados na atividade microbiana a 1914 Rhöm obtém a patente de uma preparação enzimática para a lavagem de roupas; Weizmann consegue a produção de acetona e butanol por microrganismos Morgan publica Mechanism of Mendelian Heredity Imobilizam-se as enzimas, uma técnica que facilita sua utilização em processos industriais Morrem de gripe espanhola mais de vinte milhões de pessoas, um número de v& mzusxfxn. ugg mioniacute;timas superior ao da Primeira Guerra Mundial. Constroem-se biodigestores para a produção de metano (China e Índia) O engenheiro agrícola húngaro Ereky utiliza pela primeira vez a palavra biotecnologia Muller descobre que os raios X causam mutações F. Griffith descobre a transformação, isto é, a transferência de informação genética de uma linhagem bacteriana a outra Comercialização do milho híbrido, isto é, de sementes de milho mais produtivas Obtenção de ácido cítrico por fermentação Na França, produção comercial de um biopesticida (Bacillus thuringiensis). 5

16 M.A.MALAJOVICH - BIOTECNOLOGIA (2016) a 1950 Avanços na mecanização do trabalho agrícola Produção em grande escala da penicilina (descoberta por Fleming em 1928, desenvolvida por Florey e Chain) Inseminação artificial de gado utilizando sêmen congelado. Descoberta da presença de genes saltatórios no milho por Bárbara Mc Clintock J. D. Watson e F. Crick propõem o modelo (dupla hélice) da estrutura do DNA L.Stevens reconhece a existência de células de camundongo pluripotentes Reinart regenera plantas de cenoura a partir de uma cultura de células (calo) Aumento da produção de ácido láctico, ácido cítrico, acetona e butanol por via fermentativa Descoberta do código genético. Desenvolvimento de uma protease alcalina para uso em sabões para a lavagem de roupas pela empresa dinamarquesa Novo. Inicia-se o cultivo in vitro de células-tronco embrionárias pluripotentes Plantio de novas variedades de trigo mais produtivas, no México, dando início ao que será chamado de Revolução Verde Hayflick observa que as células cultivadas se dividem um número finito de vezes antes de morrer Primeiro transplante de coração, na África do Sul; o paciente sobrevive 18 dias Produção industrial de aminoácidos utilizando enzimas imobilizadas Havendo desenvolvido técnicas de corte e reunião do DNA, Cohen e Boyer transferem um gene a um organismo de outra espécie. Lançado no Brasil o programa de produção de álcool a partir de biomassa (Proálcool) G. J. F. Köhler e C. Milstein desenvolvem a tecnologia de hibridomas e obtêm anticorpos monoclonais. A empresa Novo produz xarope com alto conteúdo de frutose por via enzimática como adoçante alternativo à sacarose A Conferência de Asilomar pede ao National Institute of Health (NIH) que sejam estabelecidas normas para a regulação dos experimentos com DNA-recombinante, o que acontecerá meses mais tarde Utilização da técnica de hibridização molecular no diagnóstico pré-natal da alfa talassemia F.Sanger e W.Gilbert elaboram o primeiro método de sequenciamento do DNA Genentech, Inc., a primeira empresa biotecnológica, fundada um ano antes por Boyer e Swanson, obtém a proteína somatotropina (hormônio de crescimento) mediante a tecnologia do DNA-recombinante. Nasce na Inglaterra Louise Brown, o primeiro bebê de proveta Produção do hormônio de crescimento humano, utilizando a tecnologia do DNA-recombinante A Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos aprova o princípio de patentes para as formas de vida de origem recombinante. As primeiras patentes são de A. N. Chakrabarty, para um microrganismo para biorremediação de petróleo, e de H. Cohen e S.Boyer, pelo processo de Erradicação da varíola A insulina humana de origem recombinante da Genentech, Inc. é comercializada. Uma licença será obtida mais tarde pela empresa Eli Lilly, que a venderá com o nome de Humulina. A primeira vacina de DNA-recombinante para o gado é comercializada na Europa. S. Prusiner descobre os príons Realizam-se as primeiras experiências de Engenharia Genética em plantas (petúnia). Syntex Corporation recebe a aprovação da Food and Drug Administration (FDA) de um teste para Chlamydia trachomatis baseado na utilização de anticorpos monoclonais. Isolado o vírus HIV no Instituto Pasteur (França) e no NIH (National Institute of Health, Estados Unidos). Anunciada a obtenção das primeiras plantas geneticamente modificadas por quatro grupos independentes da Universidade de Washington (St. Louis), a empresa Monsanto (Missouri), e a Universidade de Gent (Bélgica). K. Mullis aporta modificações fundamentais à técnica da Reação em Cadeia de Polimerase (PCR). 6

17 O QUE É BIOTECNOLOGIA? 1984 A. Jeffreys introduz a técnica do Fingerprint (impressões digitais), que, um ano depois, será utilizada pelos tribunais para a identificação de suspeitos. Clonagem e sequenciamento do genoma do HIV pela empresa Chiron Corp A Environmental Protection Agency (EPA) dos Estados Unidos aprova a liberação de plantas de tabaco transgênicas. Um grupo de especialistas em segurança em Biotecnologia da Organização para a Cooperação Econômica e o Desenvolvimento (OECD) declara que a previsibilidade das mudanças genéticas obtidas por Engenharia Genética é frequentemente maior que a correspondente às técnicas tradicionais, e que os riscos associados com organismos transgênicos podem ser avaliados do mesmo modo que os riscos associados aos outros organismos. Aprovada a primeira vacina biotecnológica para uso humano, trata-se de Recombivax-HB, contra a hepatite B. alfa interferon para tratamento de câncer (Biogen) 1987 Advanced Genetic Sciences libera em campo bactérias DNA-recombinante (Frostban) que inibem a formação de gelo nos cultivos de morango, na Califórnia; a FDA aprova o fator ativador de plasminogênio, obtido por engenharia genética, para o tratamento de ataques cardíacos A Universidade de Harvard obtém a patente de um rato transgênico desenvolvido especialmente para o estudo do câncer; na mesma década, os europeus obterão a patente de outro rato transgênico, sensível a substâncias carcinogênicas. Genencor International Inc. obtém a patente de um processo que permite obter enzimas (proteases) resistentes a alvejantes (processo bleach) para a fabricação de sabões para a lavagem de roupa Com a criação do National Center for Human Genome Research se inicia o mapeamento do genoma humano. Amgem libera o Epogen para tratamento de anemia Primeira experiência de terapia gênica para uma doença rara (ADA) em uma menina de 4 anos. Pfizer comercializa Chy-Max TM, uma enzima de origem recombinante para a preparação de queijos. GenPharm International, Inc. consegue uma vaca transgênica que produz no leite proteínas humanas para alimentação infantil. A Universidade da Califórnia (UCSF) e a Universidade de Stanford contabilizam 100 patentes relativas ao DNA-recombinante. Aplicação da cultura de células na produção de agentes bioterapêuticos Obtida por engenharia genética a enzima β-glucorcerebrosidase para a doença de Gaucher (Genzyme). Affymax lança os primeiros chips de DNA Uma técnica, elaborada por cientistas americanos e britânicos, permite testar anormalidades como a fibrose cística e a hemofilia em embriões in vitro. A FDA declara que os alimentos de origem transgênica não demandam uma regulação especial. Convenção Internacional sobre Diversidade Biológica (CDB) Aprovada a utilização do hormônio de crescimento bovino rbgh/rbst, produzido por Monsanto Co., para aumentar a produção de leite Lançamento no mercado do tomate FlavSavr, que, devido à inativação de um gene, amadurece na planta Decifrado o primeiro genoma de uma bactéria, Haemophilus influenzae Sequenciado o primeiro genoma de um organismo eucarionte, a levedura Saccharomyces cerevisiae. Desenvolve-se o primeiro GeneChip (Stanford, Affymetrix). Isolamento e cultivo das primeiras células-tronco extraídas de embriões humanos supernumerários originados por fecundação in vitro No Reino Unido, nascem Dolly, uma ovelha clonada, e, meses mais tarde, uma segunda ovelha, Polly, clonada e geneticamente modificada. Os cultivos transgênicos são introduzidos em vários países Contabilizam-se mais de empresas de Biotecnologia nos Estados Unidos e mais de no mundo. Células-tronco embrionárias são utilizadas para regenerar tecidos. Sequenciamento do primeiro genoma animal, o verme Caenorrabditis elegans. Isolada a primeira linhagem de células-tronco embrionárias humanas. A.Z. Fire e C. Mello descobrem o silenciamento gênico, a resposta antiviral a um RNA de filamento duplo Sequenciamento do primeiro cromossomo humano. Pesquisadores descobrem que as célulastronco podem ser induzidas a se diferenciar em diversos tipos celulares. 7

18 M.A.MALAJOVICH - BIOTECNOLOGIA (2016) O rascunho do sequenciamento do genoma humano é anunciado simultaneamente por Collins, do Consórcio do Genoma Humano, e Venter, da Celera Inc. Sequenciados também o genoma da mosca Drosophila melanogaster, o primeiro genoma de uma planta (Arabidopsis thaliana) e, no Brasil, o de uma bactéria que ataca os cítricos (Xylella fastidiosa). Protocolo de Cartagena. Moratória relativa ao uso da tecnologia Terminator, previamente patenteada por Delta&Pine O rascunho do sequenciamento do Genoma Humano é publicado simultaneamente nas revistas Science e Nature. Sequenciamento do genoma de plantas de interesse agronômico para os países em desenvolvimento (arroz, banana). Sequenciamento do genoma de bactérias de importância agronômica. Obtenção de células sanguíneas a partir de células-tronco embrionárias Completados o rascunho do proteoma funcional da levedura e o sequenciamento do genoma do agente e do vetor transmissor da malária. Identificam-se mais de 200 genes envolvidos na diferenciação das células-tronco. Descoberta da participação de moléculas de RNA na regulação de vários processos celulares. Em diversos países inicia-se a utilização de células-tronco adultas para o tratamento experimental de diversas doenças (leucemia, mal de Chagas, diabetes e anemia falciforme) Comercialização como mascote, do GloFish, um peixe transgênico que brilha na escuridão, originalmente criado para detectar poluentes. Clonagem de vários tipos de animais e de espécies ameaçadas de extinção. O Genoma Humano é completado. O Massachussets Institute of Technology (MIT) organiza a primeira igem (International Genetically Engineered Machine) Comercialização de novos medicamentos (Avastin ou bevacizumab) e testes de diagnósticos. Comercialização do peixe GloFish Publicação dos resultados do projeto HApMap com o mapa das variações do Genoma Humano O grupo de pesquisadores liderado por S. Yamanaka consegue induzir a pluripotencialidade celular em células somáticas. Criada a Biobricks Foundation, um registro de Partes Biológicas Standard - Open Source. Mantida a moratória sobre a tecnologia Terminator (Curitiba) As autoridades europeias de segurança alimentar concluem que os genes marcadores de resistência aos antibióticos não apresentam riscos relevantes para a saúde humana ou animal nem para o meio ambiente. Vacina contra o papilomavírus humano: primeira vacina contra o câncer. Nova técnica mais eficiente de sequenciamento Pesquisadores japoneses desenvolvem a primeira rosa azul, geneticamente modificada. Plataformas next generation diminuem os custos e aumentam a velocidade do sequenciamento. Uma equipe de pesquisadores de Harvard cria linhagens de células-tronco para 10 doenças genéticas Um grupo internacional obtém as primeiras células-tronco ips, sem utilizar virus. Comercialização de soja com alta concentração de ômega 3, o primeiro alimento biofortificado Autorizada na União Europeia a comercialização da batata transgênica Amflora (Basf) para uso industrial. Pesquisadores do Instituto Craig Venter constroem a primeira célula sintética. Desvendado o genoma do Neanderthal. Primeiro teste clínico com células-tronco Publicação dos resultados do Projeto ENCODE descrevendo as regiões ativas do genoma humano. J.Doudna e E. Charpentier descrevem a técnica CRISPR-Cas de edição de genomas F.Zangh mostra que CRISPR/Cas9 também funciona em células de mamíferos, inclusive humanas Publicado o primeiro rascunho do proteoma humano. 8

19 C A P Í T U L O 2 CÉLULAS E CROMOSSOMOS A CÉLULA COMO UNIDADE DOS SERES VIVOS UNIDADE ESTRUTURAL A célula é a unidade estrutural dos seres vivos. Trate-se de bactérias, amebas, espermatozoides ou neurônios, todas as células são formadas por água, íons inorgânicos e moléculas orgânicas (proteínas, carboidratos, lipídios e ácidos nucleicos). E todas elas apresentam uma membrana plasmática que separa o citoplasma do meio externo e permite o intercâmbio de moléculas entre ambos. As células procarióticas se encontram exclusivamente no reino Monera. Pequenas (0,001 a 0,005 mm) e com requerimentos nutricionais simples, estas células se multiplicam rapidamente. A informação genética se encontra em um cromossomo circular formado por uma molécula de DNA e associado a uma invaginação da membrana plasmática (mesossomo). Pequenas moléculas circulares adicionais (plasmídeos) podem também estar presentes. Numerosos ribossomos asseguram a síntese proteica (Figura 2.1). Bem mais complexa é a estrutura das células eucarióticas, presentes nos quatro reinos restantes (Protista, Fungo, Planta e Animal). Com um tamanho variando entre 0,01 e 0,10 mm, estas células são dez vezes maiores que as procarióticas. A presença de compartimentos diferenciados, ou organelas, que cumprem atividades específicas, resulta em uma subdivisão do trabalho que garante a eficiência do funcionamento celular (Figura 2.2). O citoplasma é percorrido por um sistema de membranas, o retículo endoplasmático, que está associado aos ribossomos e, por conseguinte, à síntese de proteínas. Processados no aparelho de Golgi, os produtos celulares são secretados ou distribuídos em outras estruturas (lisossomos, membrana celular). O metabolismo energético está associado a organelas citoplasmáticas, complexas e rodeadas de membranas (mitocôndrias, cloroplastos e peroxissomos). Um citoesqueleto, formado por túbulos e filamentos proteicos, mantém a forma da célula, além de assegurar o transporte interno das organelas e os movimentos celulares. A informação genética está distribuída em cromossomos, cada um deles formado por uma molécula linear de DNA associada a proteínas. BIOTECNOLOGIA: ENSINO E DIVULGAÇÃO (http://bteduc.com)

20 M.A.MALAJOVICH - BIOTECNOLOGIA (2016) FIGURA 2.1. Representações esquemáticas da estrutura celular Célula procariótica (bacteriana) Célula eucariótica (vegetal) Célula eucariótica (animal) 10

21 CÉLULAS E CROMOSSOMOS Os cromossomos e o nucléolo se encontram no núcleo, que funciona como um centro de controle celular. A membrana nuclear, um envoltório com poros que separa o núcleo do citoplasma, permite o intercâmbio de substâncias entre ambos. Apesar de ter uma organização muito parecida, as células animais diferem das células vegetais em alguns aspectos (Tabela 2.1). Nas células vegetais encontramos uma parede celular ao redor da membrana plasmática; o citoplasma contém cloroplastos, onde ocorre a fotossíntese, e grandes vacúolos, onde se armazenam substâncias e degradam macromoléculas. Nenhuma dessas estruturas se observa nas células animais; estas têm um centríolo que falta nas células vegetais. A célula também é a unidade funcional de um organismo. O citoplasma é uma solução viscosa onde continuamente ocorrem reações de síntese e degradação de substâncias, consumindo ou liberando energia. Estas reações constituem o que denominamos metabolismo TABELA 2.1. A função e a distribuição das estruturas celulares Estrutura FUNÇÃO CÉLULA BACTERIANA CÉLULA ANIMAL Parede celular Membrana plasmática Carioteca ou membrana nuclear Cromossomo(s) Manutenção da forma e proteção da célula. Manutenção da estabilidade do meio intracelular; controle das trocas entre a célula e o meio extracelular. Controle do fluxo de substâncias entre o núcleo e o citoplasma. Controle da estrutura e do funcionamento celular. CÉLULA VEGETAL Presente ou ausente Ausente Presente Ausente Único e circular; apenas DNA. Presente Presente Múltiplos e lineares; DNA e proteínas. Nucléolo(s) Formação de ribossomos. Ausente(s) Presente(s) Centríolos Formação de cílios e flagelos; participação na divisão celular. Ausentes Presentes Ausentes Ribossomos Síntese de proteínas. Presentes Retículo endoplasmático rugoso Retículo endoplasmático liso Complexo de Golgi Mitocôndrias Vacúolo central Lisossomos Síntese de proteínas. Síntese de lipídios; armazenamento e inativação de substâncias. Secreção celular. Respiração celular aeróbia. Equilíbrio osmótico e armazenamento. Digestão intracelular. Ausentes Ausente Presentes Presentes Presente Ausentes Cloroplastos Fotossíntese. Ausentes Ausentes Presentes Citoesqueleto Manutenção da forma celular; contração e ancoragem de organelas. Ausente Presente 11


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Um presente para a sua pele: SkinCeuticals!

O frio realmente está mostrando sua cara aqui em Ribeirão Preto e nesta época do ano nossas peles também sofrem com essa friaca toda. Um dos sinais de que não estamos cuidando tão bem da nossa pele quanto deveríamos é a observação de que a pele começa a “craquelar” e  se você for bem branquinha, acaba ficando com a pele levemente avermelhada. Por isso, para que ela consiga passar esta estação de forma radiante, precisamos protegê-la como nunca!

Como eu sou aliada às novidades do mercado em termos de hidratantes, minha dermatologista me apresentou uma nova linha americana, a SkinCeuticals.

Bem diferente dos hidratantes convencionais em forma de creme e gel, ( que já estávamos acostumados à usar), essa marca trabalha com uma espécie de “soluções aquosas”, que são de rápida absorção e vem em forma de conta gotas para facilitar a aplicação. E o melhor, ela é oil free e super bem recomendada para peles mistas e oleosas!

Estou usando dois produtos da linha e quero compartilhar com vocês as minhas experiências.

  • HYDRATING B5

Este hidratante em fluido possui uma revolucionária textura ultraleve e combina 0,5% de ácido hialurônico e vitamina B5 para hidratar profundamente as peles mistas e oleosas.
Hydrating B5 possui em sua fórmula o Complexo de Hidratação Avançado que oferece os nutrientes necessários para uma pele saudável. Restaura o equiliíbrio ideal de hidratação da pele promovendo uma aparência mais luminosa.

– Fixa a água na pele graças ao ácido hialurônico, um excelente hidratante natural.
– Enriquecido com vitamina B5 que desempenha um papel importante na preservação da pele saudável.
– Restaura o equilibrio ideal de hidratação da pele, assim como sua luminosidade.
– Devolve à pele suavidade e elasticidade.
– Textura sérum ultraleve.
– Ideal para peles mistas a oleosas.

MODO DE USO:  1 ou 2 vezes ao dia, aplicar 3 a 5 gotas no rosto, pescoço e colo usando a ponta dos dedos. Pode ser aplicado em outras zonas que estejam desidratadas.

ADVERTÊNCIAS: Uso externo. Evitar o contato com os olhos.

PREÇO SUGERIDO: R$ 144,00 a R$ 167,00

MINHA OPINIÃO: A aplicação deste produto realmente é muito mais fácil e absorve com uma rápida velocidade. Sinto que minha pele respondeu super bem ao que o produto promete, pois ela estava apresentando um leve “craquelê” em algumas regiões do meu rosto e foi só aplicar o produto umas 2 vezes ao dia que ele desapareceu. A única coisa que ele poderia ter também é um filtro solar, pois como ele não possui em sua fórmula, é preciso que você aplique por cima antes de sair de casa.

O outro produto que eu também uso da linha, serve para acelerar a renovação da superfície da pele. Quer saber mais sobre esse milagre? Vem comigo!

  • RETEXTURING ACTIVATOR

Retexturing Activator é uma revolucionária combinação de ativos que  simultaneamente renova a superfície cutânea e equilibra a hidratação. Por meio de uma esfoliação célula a célula e uma hidratação facial suplementar, torna a textura da pele mais uniforme e mantém equilibrada sua barreira de proteção.

Com uma textura sérum ultraleve, Retexturing Activator estimula as enzimas que promovem a descamação, renovando a superfície cutânea sem comprometer a função barreira. Além disso, normaliza o nível de hidratação da pele e inibe a glicação, o que reduz de forma visível as linhas finas deixando a pele mais lisa, suave e radiante.

Formulado com concentrações de ativos precisamente estudados para obter resultados mais eficazes.

eficácia do produto foi clinicamente comprovada: Retexturing Activator uniformiza o relevo cutâneo, reduz  linhas finas, aumenta a luminosidade e melhora a textura da pele. Também preserva a função barreira: mantém estável a concentração de água da epiderme.

BENEFÍCIOS:

Absorção imediata, renova a superfície cutânea suavizando seu relevo.
– Normaliza o nível de hidratação da pele deixando-a mais lisa, suave e radiante.
– Previne o envelhecimento cutâneo e reduz linhas finas.

MODO DE USO: Aplicar duas vezes por dia sobre a pele previamente limpa e seca. Colocar 4 a 6 gotas na palma da mão. Usando as pontas dos dedos, aplicar sobre o rosto, pescoço e colo. Após a aplicação pela manhã, utilizar um protetor solar.

PRECAUÇÕES: Apenas para uso externo. Evitar contato com os olhos. Conservar em local fresco e escuro.

PREÇO SUGERIDO: R$ 186,00 a 214,00

MINHA OPINIÃO: Este produto realmente acelera a retexturização da pele. Logo após o período da terrível menstruação, meu rosto  possuía umas pequenas espinhas. A pele acaba sofrendo, pois  acabam soltando “pelinhas” ao redor da região inflamada. Logo que elas secaram, comecei a passar o produto por todo o rosto, mas especificamente nesta região.  Surpreendentemente logo após dois dias de uso, meu rosto já reagiu super bem. Eu conseguia até usar a maquiagem por cima que nem apareceria que ali tinha uma imperfeição! hahaha

Com o uso do produto ao longo prazo, você consegue observar que o rosto fica mais uniforme, a pele mais lisinha e com aspecto mais saudável.. é realmente incrível!

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BB Cream Full Matt – Anna Pagova Paris.

blemish balm ou beauty balm foi criado por uma dermatologista alemã nos anos 50, para  tratar peles que haviam sido submetidas a peelings ou procedimentos à laser. Desde os anos 80 ele começou a virar febre na Ásia, onde as mulheres são obcecadas por tratamentos estéticos. (Eu que sei, viu? hahahaha)

Mais conhecido como BB Cream, ele mistura tratamento com maquiagem! É uma soma de hidratante, protetor solar, primer, base e corretivo, que proporciona acabamento natural. Ele também iguala a tonalidade, esconde pequenos defeitos e, em alguns casos, ainda possuem ingredientes antiidade (o dá Clinique, por exemplo). Outros ainda promete suavizar linhas de expressão, controlar a oleosidade e aumentar a durabilidade da maquiagem. Algumas marcas ainda adicionam à fórmula produtos como antirrugas, hidratantes ou clareadores. (OBA!)

Até então, a única marca que tinha lançado seu  produtinho no mercado brasileiro era a canadense tão querida e amada MAC, que disponibilizava apenas um tom de bege (preço aproximado de R$ 130,00!). A Dior promete para o segundo semestre deste ano e a La Roche-Posay para março ou abril de 2013. Para quem quiser experimentar os alemães e asiáticos, a opção é comprar pela internet, em sites especializados.

Maaaas, para a nossa alegria, a Anna Pegova, acaba de lançar no mercado seu BB Cream com vitamina E para combater o envelhecimento e muitas outras imperfeições que vocês conferem detalhadamente abaixo.

O que ele promete: “B.B. CREAM PEGOVA FULL MATT camufla olheiras, manchas e sardas e cicatrizes de acne; controla oleosidade (por no mínimo 8h) ao mesmo tempo que hidrata; proporciona luminosidade com toque seco e efeito mate; uniformiza a tonalidade; garante viço natural à pele, além de oferecer efeito prolongado e contínuo.”

O preço de lançamento é R$ 72,00 , o que eu considero um preço justo, por aliar muito bem custo e benefício em relação às outras marcas do mercado. Além disso, a embalagem vem com 30gr, está disponível em duas cores (nude1 (bege claro)e nude 2 (bege médio, meu tom! haha) e tem uma cheiro muito gostoso!

Você pode comprar pelo site da marca:

http://www.annapegova.com.br/prodvar.aspx?cp=1529 e eles entregam hiper rápido!

Já venho usando o produto há uns 06 dias consecutivos e realmente tenho gostado bastante do resultado. Com esses dias mais friozinhos, a tendência é que a nossa pele fique mais ressecada, craquele um pouquinho, mas o BB Cream não deixa! Se você tem a pele muito oleosa a minha dica é sempre passar um pó compato para dar aquela finalizada, aí a pele fica perfeita e natural por muito mais tempo!

Super indico, meninas.. estou satisfeitíssima!

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Cosméticos Sol de Janeiro

Tá chegando aí uma linha de protetores solares naturais e cosméticos, com foco na experiência do estilo de vida brasileiro.

É, é isso mesmo! A empresa utiliza em suas formulações ingredientes típicos brasileiros como o açaí, o cupuaçu, a carambola, o cocô verde, etc e suas fórmulas foram desenvolvidas sob as regras da COLIPA, a mais rigorosa legislação vigente no mercado. A Sol de Janeiro tem como slogan: sua pele, nossa praia, e é uma empresa Internacional com sede no Brasil!

Ao todo são 12 produtos da linha, vamos conferir?

Um dos produtos que está sendo bastante comentado por aí é o Protetor Solar para Tatuagem fator 50! O preço do produto é em média R$ 26,00 e você já encontra em algumas farmácias espalhadas por aí.

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Esmalte Insta-Dri Fast Dry Nail Color!

Quando a gente pensa que vai dar uma folguinha para nosso bolso, aparece mais uma marca de esmalte com uma nova coleção. Dessa vez é a Sally Hansen com a linha Insta-Dri Fast Dry Nail Color.

Insta-Dri Fast Dry Nail Color é um esmalte com brilho intenso e secagem rápida, que trata e fortalece as unhas e pesquisando aqui na internet já achei dois sites que vendem o mimo.. a Sack’s e a Época Perfumaria!

A fórmula especialmente desenvolvida traz ingredientes especiais e o exclusivo complexo Flexiglass, que proporciona força às unhas e brilho radiante. O pincel de prático design permite uma aplicação rápida e sem falhas, resultando em um acabamento brilhante que seca em 60 segundos. Livre de tolueno e formaldeído.


Para melhores resultados, aplique a base Sally Hansen diretamente sobre as unhas limpas e secas. Aplique o esmalte no centro da unha, colorindo-a de uma só vez, e deixe secar. Para todos os tons, utilize Insta-Dri Clearly Quick como um top coat para garantir a durabilidade da sua manicure.


Disponível nas texturas Creme (C) e Frost (F). Tamanho: 9,17 ml.

Confiram as cores abaixo, meninas!

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As novas linhas de esmaltes: Impala e Risqué Out/Inv. 2011

E mais novidades relacionadas à esmaltes que não param de pipocar! hahahaha

Aposto que vocês vão adorar e vão querer também todas as corezinhas das quais eu irei falar hoje hahaha porque eu já tô dooida pra comprar! =P

Acabou de ser lançado no mercado, a nova coleção Novo Hippie Impala Outono Inverno 2011. Composta por oito esmaltes lindos, que prometem vir com tudo nessa temporada.

Essa coleção vem inspirada nos anos 70, mais precisamente no movimento Hippie. Além de linda, essa coleção tem a cara do inverno. As cores quentes e os novos tons, ficam perfeitos nas unhas e trazem aquele conforto que só as cores quentes têm. Os esmaltes são:

Camelo: Essa cor é um tom de areia, misturado com um rosinha bem claro, dando uma cor única a esse esmalte.
Boca de sino: É um marrom cintilante, lindo, meio cor de terra.
Hippie: É a mistura de um azul bem escuro com preto, um luuuuxo!
Figa: É um beterraba lindo, e meninas, igualzinho a cor de uma beterraba, com toda certeza essa cor vai arrasar no inverno!
Bata Rosa: Um rosa muito chamativo, bem parecido com o Pink Flúor da Risqué
Boho Chic: Esse tom é um cinza perolado!
Love Story: Esse esmalte é a grande novidade da coleção.  É um esmalte flocado, branco, super lindo meninas.
Paz e amor: Também é um flocado, mas em tons de azul.

A nossa tão adorada marca Risqué, também acaba de lançar sua novíssima coleção que é a Cine Risqué!

Essa coleção foi inspirada nas festas glamourosas e na moda dos anos 30, onde o cinema era grande referencial de moda e elegância. A coleção de esmaltes traz lindas cores e nomes inspirados no cinema.

Com oito cores diferentes, promete esquentar a temperatura nesse inverno.

Confira as novas cores:

Risqué Nunca Fui Santa: essa cor não é nem laranja, nem rosa, nem vermelho. É uma mistura cheia de atitude.

Risqué Bonequinha de Luxo: um rosinha bem claro, um tom nude, perfeito para quem quer apenas um brilho nas unhas.

Risqué Felizes para Sempre: um dourado metálico, é uma cor clássica, mas que promete arrasar.

Risqué Dia das Estrelas: um tom lindo de bronze.

Risqué Cenário Perfeito: essa cor é um azul fechado, mais escuro e que fica bem com qualquer roupa, ou como o nome mesmo já diz, fica bem com qualquer cenário.

Risqué Beijo no Escurinho: a tonalidade deste esmalte é um cinza chumbo, bem escuro e metalizado.

Risqué Anos Dourados: esse esmalte é perfeito para as mais ousadas, um amarelo sofisticado, que brilha e leva as mulheres à loucura.

Risqué Pipoca Doce: corzinha puxada pro beringela que é hit da estação!

O preço destas gracinhas é de aproximadamente R$3,00.

E a Colorama não ficou pra trás dessa também não..

Esmaltes Colorama – Espelho, Espelho Meu (Out/Inv 2011)

E aí meninas, qual foi a coleção que vocês mais gostaram hein?

 

 

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Jóias Manolo!

O designer de sapatos Manolo Blahnik, queridinho pela nossa Carrie Bradshaw de Sex And The City, agora firmou uma parceria com uma joalheria, na qual desenvolverá peças incríveis em formatos que nós tanto amamos que é de sapato e bolsa! hahahaha Incrível né?

Além disso, Manolo comentou sua parceria com a joalheria Tous. “Sinto que temos muitas coisas em comum. Somos empresas familiares, com raízes espanholas e dedicados a surpreender e inovar”, declarou Manolo ao site oficial da joalheria.

O famoso modelo Campari, uma das criações do designer, serviu de inspiração para pingentes em ouro e prata. A joalheria, fundada em 1920, ainda não possui lojas no Brasil e então você só poderá conferir e adquirir nas lojas gringas!

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Aprenda a identificar uma Louis Vuitton Falsa!

Bom meninas, me digam, quem é que não anda pelas ruas reparando nas bolsas que as pessoas estão usando hein? hahahaha ó que é feio mentir!

Eu tenho essa mania looouca de ficar olhando à procura de algum modelinho diferente ou então daquelas chiquérrimas de marca! Mas o grande problema é que hoje em dia com o mercado gigante das bolsas falsas, muitas vezes ficamos na dúvida se realmente vale a pena fazer um grande investimento sendo que as falsas vão continuar no mercado, não é mesmo?

E sabe que que eu te respondo? Vale, vale, vale, vale cada centavo meninas!

Hoje eu vou dedicar esse post para que vocês fiquem expert em identificar por aí as bolsas fakes das verdadeiríssimas e também dar algumas dicas na hora da sua compra pra que você não faça besteira! hahaha

Louis Vuitton é marca Premium e suas bolsas só vendem em lojas próprias. Aqui no Brasil encontramos as lojas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e em lojas como a Daslu, onde são “revendedoras autorizadas apenas de marcas de luxo” e a marca NUNCA, NUNCA reduz os seus preços, não existe promoção e você pode sempre acompanhar pelo site os modelos em estoque, os preços e etc.

Lembrando que funcionários não tem desconto na loja, então se alguma vendedora tentar te engambelar de que ela compra pra você com desconto e você dá o dinheiro depois, corra que é fria! hahahahaha

Aí você me pergunta.. será que eu encontro Louis Vuitton em Outlets? E a respota é não, não vende nadinha!! Se você tá aí esperançosa de que pode comprar uma mesmo que com alguns defeitinhos é aí que você se engana! As bolsas, carteiras, cintos, sapatos ou qualquer outro artigo que não estão de acordo com o padrão de qualidade são destruídas, acreditam? Pois é!

Então na hora de comprar sua LV, lembre-se de se certificar se a (1) Sacola, (2) Caixa, (3) Protetor em Tecido estão ok, de acordo, pois a marca nunca muda seu estilo classudo! Lembrando também que Louis Vuitton não pendura etiquetas nas alças e nem coloca plásticos nas bolsas. Os artigos são armazenados em gavetões nas estantes e balcões das lojas ou então no próprio estoque.

Milagres na internet existem? AAAAAAH dificilmente viu? Ninguém em sã consciência compra uma bolsa LV por 3.000 a 10.000 reais e a vende por 450, com plástico na alça, não é verdade?

Desconfie também daqueles que dizem que a bolsa foi presente, e portanto não possuem a nota fiscal. Um presente neste valor só tem garantia se a nota fiscal foi apresentada. E depois, fica muito fácil dizer que ganhou de presente: ninguém mais questiona sobre a garantia e pronto. Não seja uma vítima fácil hein? Exija seu cupom fiscal na hora da compra e guarde-o caso queira trocar ou então caso precise de reparos!

A loja divide em até 3x sem juros e não tem descontos à vista ou cartões de débito, é preço fixo, padronizado!

Vou usar de exemplo a bolsa que eu acabei de comprar que é a Tivoli PM que você encontra no site LV nas Top Handles do Monogram Canvas!

(1) – Na LV couro é couro, Canvas é Canvas (Lona em inglês) Toile é Toile (Lona em Francês) sendo assim o Monogram CANVAS não é couro como muitos insistem em dizer.. Na verdade é uma lona impermeável de altíssima qualidade que custa tão caro quanto Couro, porém é mais durável e resistente, ela recebe irradiações ultra violeta para não desbotarem e ficam com um acabamento mais durinho. O Damier (aquela da estampa quadriculadinha marrom que eu também comprei e está na foto “Na hora das compras..”) também é Canvas. Então se algum vendedor disser que o Monograma é 100% couro mostra que não conhece nada de LV e dificilmente estará vendendo um produto original!

Epi, Nomade, Taiga, Glace, Sahali, é couro, mas existem também Jeans, Jaquards e outros materiais do gênero que a marca trabalha.

O verso da bolsa normalmente possui o LV de cabeça para baixo pois eles sempre utilizam o mesmo tecido, sem recortes para a fabricação da bolsa.

(2) – As bolsas LV originais Monograma possuem as ALÇAS em COURO CRU, que são bem clarinhas e vão escurecendo com o tempo.  Couro tem cheiro de couro. Se a alça da bolsa não cheira couro, é material sintético e oh, LV NÃO UTILIZA couro sintético!

(3) O Louis Vuitton Paris escrito na bolsa é gravado no próprio couro cru e as costuras do zíper são em diagonal e as dos detalhes são lineares!

(4) Os PINS das bolsas possuem o Louis Vuitton gravado, mas ele nunca se encontra de ponta cabeça! O Pin possui o Louis no lado direito e o Vuitton no lado esquerdo de forma contínua!

(5) Os fechos dourados são banhados à ouro e este modelo possui um pingentinho no zíper para facilitar sua abertura..

(6) A lona normalmente já vem encorpada ao seu modelo e todas as bolsas possuem SIMETRIA!!

(7) – As ferragens são também ponto de decisão, os zíperes são abertos e fechados por uma maquina especial por mais de mil vezes! Então se o zíper emperrar na sua mão ou não deslizar suavemente fique alerta!

Além disso, Monogram Canvas tem forro de algodão marrom, nunca existiu numa LV com aquela camurça sintética e fedorenta.. o que seria também algo incompreenssível de se encontrar numa verdadeira!

(8) TODAS AS BOLSAS E CARTEIRAS, sem exceção, possuem número de série. Caso esteja interessada em adquirir uma LV pela internet, questione ao vendedor qual o número de série da bolsa.

Esses números a identificam como verdadeira e ficam escondidos em algum lugar da bolsa ou carteira, e este lugar varia de acordo com o modelo.

É um número composto por 2 letras e 4 números e não tem nada tem a ver com aquele número que vem num cartãozinho de papel com um código de barra e o ID do produto. Este número deve estar gravado no couro da própria bolsa como o da foto.

Estes 04 números que constituem o número de série que faz referência ao ano de produção.

Por exemplo: TH 0141

O primeiro e terceiro número não indicam absolutamente nada, mas  o segundo e quarto aponta o ano de fabricação da bolsa. (1 e 1)

Sendo assim, tal bolsa com este número de série foi produzida na França em 2011.

9) Lembre-se de olhar também a etiqueta que fica por dentro.

DICA: LOUIS VUITTON PARIS made in… e for made in France, Spain, USA, Alemanha ou Italy fique tranquila! Desconfie daqueles que escrevem Made in Japan, Made in Taiwan, Made in Korea e etc..

Segue abaixo a lista COMPLETA dos códigos utilizados pela LV para distinguir os locais de produção:

France:  A0, A1, A2, AA, AAS (Special Order), AN, AR, AS, BA, BJ, BU, DU, CO, CT, ET, FL, LW, MB, MI, NO, RA, RI, SD, SL, SN, SP, SR, TH, TR, VI, VX

USA:  FC, FH, LA, OS, SD, FL

Spain:  CA, CR, GI, LO, LB, LM, LW

Italy:  BC, BO, CE, FO, MA, RC, RE, SA, TD

Germany:  LP

Switzerland: DI, FA

10) Dentro da bolsa você sempre encontra um papel branco com o código de barra o modelo da bolsa adquirida e seu ID para localização em estoque (ID não é a mesma coisa que o Número de Série, ok? O ID é padrão, da Tivoli PM é M40143). E por fim, você encontrará também outro papelzinho bege da marca falando do tecido em Inglês e Francês.Todas essas siglas são seguidas de mais 04 números originando assim seu número de série!

Ok, mas caso você ainda esteja em dúvida com a sua compra, entre no site e com o mecanismo de ZOOM você consegue enxergar todos os detalhes para que você possa ter mais certeza ainda de que seu produto é verdadeiro..