Confira lista das 30 melhores e piores lojas que vendem pela internet - Reclame Aqui Notícias lojas que vendem uggs

Confira lista das 30 melhores e piores lojas que vendem pela internet

Arte de Aline Pasquali/Reclame AQUI
Compras pela internet é uma realidade. Por praticidade, preço ou segurança, os consumidores finalmente descobriram as vantagens de se comprar pela web. Mas também encontraram os primeiros problemas. E muitos! Por isso, um levantamento realizado em 15 de outubro registrou as 30 melhores e as 30 piores empresas para comprar pela internet no período dos últimos 12 meses no Reclame AQUI.
 
Só nos seis primeiros meses deste ano, foram registradas 5,5 milhões de reclamações, mais do que as 5,1 milhões queixas de todo ano de 2013. E as lojas virtuais têm um peso relevante.
 
Teve algum problema com uma dessas lojas que estão na lista? Reclame AQUI!
 

Netshoes, Americanas e Submarino têm melhores índices

Das mais recomendadas, estão as empresas ordenadas por reputação. Primeiro, aparecem as que têm com Selo RA1000 de melhor atendimento, seguidas pelas que têm selo de "Ótimo" e "Bom", ordenadas cada uma pelo número de reclamações. Juntas, todas somam mais de 140 mil queixas e uma média de solucionar 85% dos casos.
 
Em primeiro lugar aparece a Netshoes, que recebeu mais de 13 mil reclamações no período, mas solucionou 97,2% dos problemas de seus clientes. A seguir, aparece a Americanas.com - Loja virtual, que teve 12,8 mil reclamações e 92% de índice de solução. Na terceira colocação está a Submarino, com mais de 11 mil queixas e 91,1% dos casos solucionados.
 
Além das 20 empresas que estão na figura acima, as outras empresas que aparecem da 21ª à 30ª posições são, respectivamente, Sephora, baby.com.br, Posthaus.com, Polishop / Polishop.com.vc, Estante Virtual, Clube do Ricardo, Casa & Video, Compras nos Sites Brastemp/Consul - Loja Virtual, Loja Melissa (Loja Virtual) e Livraria Siciliano, todas com selo "Bom".
 

Piores empresas resolvem apenas 34% dos problemas

Já as que causam mais dor de cabeça ao consumidores são todas "Não recomendadas", de acordo com a avaliação dos próprios consumidores. Mesmo com menos reclamações - até pelo menor volume de venda - as piores empresas têm baixos índices de solução. São mais de 48 mil queixas e uma média de solucionar 34% dos problemas.
 
Sete empresas entre as 30 não solucionam os problemas dos seus consumidores. São elas a OrangeMix, Eletro MM, Shopping do Gugu, Mundo DIX, Xingui Lingui, Isto é ofertas e
Makro Eletro.
 

Entenda o ranking

Nas melhores empresas, foram consideradas as que tiveram mais de 500 reclamações nos últimos 12 meses. Estão classificadas nas primeiras posições as empresas que possuem o Selo RA1000, seguidas das que possuem selo Ótimo e Bom.(no momento em que o levantamento foi feito 15/10/14).
 
Para classificar as piores, o ranking também considera as empresas que tiveram mais de 500 reclamações nos últimos 12 meses. Mas as empresas que são "Não Recomendadas" e com menos de 70% de índice de solução, ordenadas de forma decrescente em relação ao número de reclamações. As empresas que respondem menos de 50% de suas reclamações também aparecem como "Não recomendadas". É o caso da Zazzle.com.br, que solucionou mais de 90% de seus casos, mas que representam menos de 30% de todo o volume de suas queixas.
 
Confira abaixo as piores empresas nos últimos 12 meses.
 
Empresa: Queixas Reputação Índice de solução
Goji Actives - Herbalist ugg сандалии">7792 Não Recomendada 38.5%
Best Mania 4819 Não Recomendada 12.1%
Mente Urbana 4233 Não Recomendada 30%
Clickaê 2151 Não Recomendada 40.7%
OrangeMix 1944 Não Recomendada não tem
Eletro MM 1882 Não Recomendada não tem
Pelicano Compras 1824 Não Recomendada 18.4%
Shopping do Gugu 1771 Não Recomendada não tem
Gabriela Moda e Presentes 1651 Não Recomendada 44.3%
LuCunha Store 1423 Não Recomendada 38.5%
Liquida Bay 1387 Não Recomendada 37.4%
Wikee Imports 1375 Não Recomendada 36.8%
Mundo DIX 1181 Não Recomendada não tem
Xingui Lingui 1160 Não Recomendada não tem
Forasteiro.com 1131 Não Recomendada 30.9%
TotalClique.com 1124 Não Recomendada 23.2%
TMania 1070 Não Recomendada 10.3%
Dona Dona 1060 Não Recomendada 36.6%
Importafácil.net 1001 Não Recomendada 20.2%
Flor de Menina Makeup 894 Não Recomendada 67.4%
3D Import 808 Não Recomendada 37%
MundialBooks 800 Não Recomendada 54.8%
Isto é ofertas 774 Não Recomendada não tem
GUGUILU 757 Não Recomendada 39.7%
Global Shop 729 Não Recomendada 16.4%
Abracadabra Móveis e Dec. Infantis 728 Não Recomendada 55.6%
Makro Eletro 726 Não Recomendada não tem
Cia da Pechincha 716 Não Recomendada 37.5%
Karoll Doll Makeup 683 Não Recomendada 51.9%
Zazzle.com.br 596 Não Recomendada 91.5%

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Lojas que vendem Volcom, Traxart e Moda alternativa - SP?

Ein, eu queria uma lista de lojas que vendem roupas da Volcom aqui em são paulo - sp. Mais pro centro... alguém sabe se na paulista, ou na galeria do rock vende? Existe uma loja na internet chamada Shop 13 Vende coisas lindas, mas fica muito caro por causa da taxa de entrega, eu queria saber onde tem lojas,... afficher plus Ein, eu queria uma lista de lojas que vendem roupas da Volcom aqui em são paulo - sp.
Mais pro centro... alguém sabe se na paulista, ou na galeria do rock vende?

Existe uma loja na internet chamada Shop 13
Vende coisas lindas, mas fica muito caro por causa da taxa de entrega, eu queria saber onde tem lojas, loja fixa, que vende esse tipo de roupa, meio que adolescente mesmo
porque o shopping 13 não é só moda alternativa,
tem algumas para rave, é meio misturado
asuhaushaushas

traxart eu sei que tem na augusta,
mas alguém sabe se tem alguma aqui maaaais pro centro ainda?

dicas,dicas

vlw beee
beijos
Mettre à jour: Eu não quero loja virtual
quero loja fixa
1 réponse 1
Il y a eu un problème.

réponses

Meilleure réponse:  vai no www.mercadolivre.com la vende!!!
Anonyme · il y a 9 ans
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Gestão

5 marcas que vendem muito mais do que produtos


O preconceito perdeu espaço no mundo da propaganda, que agora está engajada em associar marcas a causas representativas na onda do "politicamente correto"


  Por Mariana Missiaggia 07 de Novembro de 2017 às 08:00

  | Repórter mserrain@dcomercio.com.br


A popularização das redes sociais deu voz à sociedade e gera debates. Temas como racismo e feminismo, entre outras questões de gênero, fervilham na internet.

Assumir um posicionamento se tornou quase um hábito diário na comunidade -com reflexos também no mundo dos negócios.

Há marcas que já perceberam essa tendência e passaram a fazer parte de um time de empresas que adotam campanhas de engajamento.

Algumas encontraram meios mais sustentáveis de produção. Outras modificaram radicalmente o papel da mulher nos comerciais de TV para se enquadrar nos padrões do chamado politicamente correto.

Embora boa parte da percepção de compra ainda esteja baseada em qualidade, preço, recomendações, necessidade e tantos outros motivos, algumas iniciativas já se destacam como um diferencial.

Para grupos crescentes de consumidores, a sustentabilidade se tornou um fator decisório durante o processo de compra.

MEIO AMBIENTE

Isso se expressa no interesse na aquisição de produtos mais sustentáveis, com preocupação não só ambiental, mas também social em seu desenvolvimento e vendas. Pesquisas demonstram que há um impacto direto no vínculo de confiabilidade com a marca.

Atenta às consequências ambientais da indústria da moda, a C&A alcançou a marca de 40% de suas peças produzidas com algodão mais sustentável.

Ocorre que, em muitos casos, o plantio do algodão é responsável pelo uso abusivo de agrotóxicos e pesticidas, que são nocivos aos animais, ao solo e aos humanos que trabalham na colheita.

A C&A estabeleceu como meta de até 2020, trabalhar com 100% dos produtos à base de algodão utilizando matérias-primas orgânicas e sustentáveis, como o algodão certificado BCI ou REEL.

DIVERSIDADE

Com o posicionamento “Beleza Fora da Caixa” que celebra a pluralidade das mulheres, há mais de dez anos, a Unilever direciona suas campanhas dos produtos Dove para a relação das mulheres com a beleza.

A cada nova publicidade lançada, a marca reforça que é exceção em meio a uma sociedade em que é fundamental atender a certos padrões de beleza.

Em 2016, a marca da Unilever realizou a pesquisa global “Há uma Beleza nada Convencional”, que apresenta dados sobre a pressão vivida pelas mulheres em seguir um modelo de beleza e o impacto desse sentimento na autoestima.

De acordo com o estudo, 76% das brasileiras acreditam que os meios de comunicação e a publicidade são responsáveis por criar esses estereótipos.

Reconhecendo a necessidade de mudança, a Dove convidou as mulheres a integrarem o movimento #BelezaForadaCaixa.

Durante 30 dias, a marca trocou a foto de perfil na página oficial do Facebook por retratos de mulheres reais que enviaram suas fotos e histórias ao site da campanha.

LEIA MAIS: A segunda chance da Lush: o que aprender com o renascimento da marca no Brasil 

CAMPANHA DA LUSH

Com uma pegada sustentável, a Lush também se tornou uma grande defensora da comunidade LGBTQ. 

Alguns dos produtos da marca carregam a hashtag #gayisok na embalagem. Em uma campanha de 2015, a marca perguntava aos clientes que entravam nas lojas: “E se o seu amor fosse ilegal?”.

A intenção era encorajá-los a postar selfies com um sabonete específico, o Amor, que é dourado e carrega a #GayIsOk em prol da igualdade.

A ação arrecadou cerca de 250 mil libras com a venda do sabonete. Desta quantia, 50 mil foram doados para o movimento All Out por seus esforços ativistas ao redor do mundo para acabar com leis que proíbem a homossexualidade, fazer com que as pessoas possam identificar seu gênero sem medo, acabar com a violência e permitir que as pessoas possam falar sobre igualdade de maneira aberta.

Engajada, a empresa se manifesta abertamente contra a homofobia em seu site e redes sociais. A Lush também já divulgou um estudo completo sobre a situação dos direito LGBTQ ao redor do mundo, revelando fatos, como, por exemplo, de que ser homossexual é ilegal em 76 países. 

Por anos veiculando propagandas que nestes tempos são consideradas machistas, a Ambev reposicionou a marca Skol e trouxe mulheres engajadas para reescrever a história da marca.

Há dois anos, uma campanha de carnaval realizada pela cervejaria espalhou cartazes em pontos de ônibus com os dizeres “Esqueci o ‘não’ em casa”.

CAMPANHA DA SKOL: SINAL TROCADO

A ação foi bombardeada nas redes sociais e a Ambev tirou as peças de circulação. A polêmica causou a substituição do diretor de marketing da companhia por uma mulher. 

Desde então, a empresa abraçou o feminismo, assinou os princípios da ONU Mulheres e hoje, recebe grupos LGBT para discutir essas questões.

No Carnaval, a Skol apoiou uma campanha contra o assédio sexual, distribuindo mais de 50 mil apitos para mulheres em bloquinhos espalhados pelo País.

DIREITO DOS ANIMAIS

Valorizar sem explorar. Este é o lema da The Body Shop, rede inglesa de cosméticos naturais recentemente adquirida pela brasileira Natura, que combate testes de produtos em animais e engajar consumidores no projeto “Bio-Pontes”, que consiste em reflorestar 75 milhões de metros quadrados de áreas desmatadas em todo o mundo.

Em parceria com o Cruelty Free International a marca lançou uma campanha que consiste em um abaixo assinado global com o objetivo de eliminar, até 2020, testes com finalidade cosmética em produtos e ingredientes em todo o mundo.

No último Natal, a marca promoveu uma ação voltada para a conscientização ambiental e proteção de animais silvestres em extinção.

Em todas as lojas da rede, as peças traziam imagens bem humoradas e divertidas em que o papai Noel dava lugar aos animais selvagens, caracterizados com adereços natalinos em um clima totalmente selvagem.

Além disso, a The Body Shop também adotou uma série de metas em prol da sustentabilidade, como, por exemplo, abastecer 100% das lojas com energia renovável ou controle de carbono até 2020.

FOTOS: Thinkstock e Divulgação